• Início
  • SiNUS 2010
    • História
    • Missão e Projeto Pedagógico
    • Repensando uma Cultura de Paz e Liberdade
    • Carta do Secretário Geral
    • Material promocional
  • SiNUS 360
    • SiNUS Social
    • SiNUS Sustentável
    • SiNUS Cultural
  • Comissões e tópicos
    • Agência de Comunicação
    • Agência Internacional de Energia Atômica
    • Conferência de Istambul (FMI – Banco Mundial)
    • Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas
    • Conselho de Segurança das Nações Unidas – Histórico
    • Conselho Econômico e Social das Nações Unidas
    • Corte Internacional de Justiça
    • Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação
    • Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura
    • Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial
    • Organização Internacional do Trabalho
    • Organização Mundial da Saúde
    • United Nations Conference on Cybercrime
    • UNSC Counter-Terrorism Committee
  • Entretenimento
    • Festas
    • Copa SiNUS
    • Olimpíadas SiNUS
    • Festa das Nações
    • Fotos
    • Model Freak Quiz
  • Preparação
    • Guias de Estudo
    • Pesquisa
    • Oratória
    • Negociação
    • Documento de Posição
    • Documentos de Trabalho
    • Resoluções e outros documentos
    • Política de Conduta
    • Política de Avaliação
    • Relação dos Delegados e Países
  • Programação
    • Brasília 50 Anos
    • Cronograma
    • Sede do Evento: IESB Sul
    • Agência de Turismo Oficial: Rotas da Terra
    • Guia de Acomodação
  • Institucional
    • Organização
    • IREL-UnB
    • Patrocinadores e Apoiadores
    • Seja um parceiro

EUA abrem caminho para controle de emissões

oms | 31 de março de 2010 | 1:01

A chefe da EPA (sigla em inglês para Agência de Proteção Ambiental), o órgão ambiental americano, Lisa Jackson, anunciou formalmente nesta segunda-feira que os gases causadores do efeito estufa ameaçam a saúde pública e o bem-estar da população do país.

A conclusão da EPA foi anunciada primeiramente no início do ano, mas a legislação americana prevê um período de consulta pública antes da aprovação final.

Na prática, o anúncio desta segunda-feira significa que a agência ambiental americana ficará obrigada a regulamentar as emissões de seis gases, entre eles o dióxido de carbono (CO2) e o metano, sem que as medidas propostas tenham que ser aprovadas pelo Congresso.

No entanto, o presidente Barack Obama já deixou claro em diversas ocasiões que a sua preferência é por uma legislação abrangente sobre mudanças climáticas, aprovada pelos representantes da população. A proposta dele está parada no Senado desde junho, quando foi aprovada por estreita maioria na Câmara dos Representantes (deputados federais).

Os primeiros a serem afetados por qualquer regulamentação da EPA seriam os grandes poluidores, que emitem mais de 25 mil toneladas de gases do efeito estufa por ano.

Anúncio ‘animador’

O anúncio desta segunda-feira recebeu elogios de grupos de ambientalistas e cientistas.

O Greenpeace afirmou que “as conclusões expõem o papel fundamental que a EPA pode e deve assumir na tarefa de impedir uma mudança climática catastrófica”, segundo Kyle Ash, porta-voz da instituição em Copenhague.

“O presidente pode agora tentar implementar regulações sobre emissões além das modestas metas fixadas pela legislação do Congresso”, completou.

Uma representante da ONG Union of Concerned Scientists (UCS) qualificou o anúncio da EPA de “animador” e disse que ele deve facilitar a aprovação da legislação sobre mudanças climáticas.

“A EPA está escutando os cientistas e se baseando no que há de melhor na ciência. O processo científico transparente por trás dessa decisão deve dar ao povo a confiança de que a agência pode proteger o país da poluição”, afirmou Liz Perera, analista de políticas federais da UCS.

‘Atraso’

A ONG Fundo de Defesa Ambiental americano também elogiou a decisão da EPA e fez um apelo por mais agilidade no Congresso americano.

“Está na hora de o Congresso acabar o seu trabalho sobre a legislação que limita e reduz emissões de 19 milhões de toneladas por ano de gases causadores do efeito estufa”, afirmou Fred Krupp, presidente da ONG.

Para ao Fundo, a decisão da EPA já chega atrasada, já que em 1999 a agência recebeu uma petição assinada por cidadãos pedindo ação contra os gases que provocam o aquecimento global.

“Desde então, o país liberou quase 70 bilhões de toneladas de gases do efeito estufa na atmosfera.”

Outra ONG Americana, o Centro para Diversidade Biológica divulgou um comunicado aplaudindo o anúncio da EPA e a legislação que proporcionou a decisão, a chamada Lei do Ar Puro.

Para o diretor-executivo da organização, Kierán Suckling, agora “as mãos do presidente Obama não estão mais amarradas aos tragicamente fracos projetos de lei que estão sendo debatidos no Congresso”.

“A decisão mostra claramente que a administração dele (Obama) já tem as ferramentas legais para obter reduções de gases do efeito estufa profundas e rápidas, como a ciência o exige.”

O presidente Barack Obama desembarca em Copenhague na semana que vem para participar dos últimos dias da reunião das Nações Unidas sobre o clima.

(07/12/2009)

Fonte: BBC Brasil

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
1691Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/31/eua-abrem-caminho-para-controle-de-emissoes/EUA+abrem+caminho+para+controle+de+emiss%C3%B5es2010-03-31+04%3A01%3A12oms
Categorias
oms
Tags
mudanças climaticas, oms
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

1ª Reunião de dirigentes de saúde ambiental da América do Sul

oms | 31 de março de 2010 | 0:59

nullNos dias 8 e 9 de dezembro de 2009 na cidade de Brasília – DF no Brasil na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), como atividade prévia á 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA), se realizou a 1ª Reunião de Dirigentes de Saúde Ambiental da América do sul.

A reunião foi organizada pelo Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (DSAST) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde do Brasil com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), e com a presença dos representantes da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, e com a participação de observadores da Sociedade Espanhola Sanitária Ambiental (SESA), Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Coordenação Nacional da Reunião de Ministros de Saúde do MERCOSUL e Estados Associados e do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento do Governo Francês (IRD). Nessa reunião se acordou a Carta de Brasília de Saúde Ambiental, que segue a continuação:

Carta de Brasília de Saúde Ambiental
Os participantes da 1ª Reunião de Dirigentes de Saúde Ambiental da América do Sul realizado nos dias 8 e 9 de dezembro de 2009 na cidade de Brasília – DF no Brasil na  sede da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), atividades prévias a 1ª. Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA), organizado pelo Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (DSAST) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde do Brasil com apoio da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS/OMS) e da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), e com a presença dos representantes da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, e com a participação de observadores da Sociedade Espanhola Sanitária Ambiental (SESA), Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Coordenação Nacional da Reunião de Ministros de Saúde do MERCOSUL e Estados Associados e do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento do Governo Francês (IRD), estabeleceram a presente carta, como referência no processo de construção coletiva e participativa da proteção da saúde humana no Continente Sul-Americano.
Acordam:

1.      Estabelecer um plano estratégico intersetorial e interinstitucional na América do Sul em saúde ambiental, visando promover a integração regional via os mecanismos existentes e aproveitando as experiências já existentes;

2.      Desenvolver planos nacionais de saúde ambiental nos países da América do Sul;

3.      Elaborar uma agenda e calendário de cooperação científica e tecnológica na área de saúde ambiental;

4.      Solicitar aos mecanismos de integração regional, tais como: UNASUL,  MERCOSUL, Organização do Tratado de Cooperação Amazônica, Comunidade Andina de Nações, o estabelecimento de uma agenda em saúde ambiental estruturante para enfrentar os problemas ambientais com efeitos na saúde humana;

5.      Apoiar os trabalhos e o intercâmbio de informação e experiências no âmbito da Comissão Intergovernamental de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (CISAT) e da Comissão Intergovernamental de Gestão de Riscos e Redução de Vulnerabilidades (CIGRRV) da Reunião de Ministros de Saúde do MERCOSUL e Estados Associados;

6.      Apoiar os trabalhos de implementação do Projeto de Sistema de Vigilância em Saúde Ambiental na Região Amazônica com fundos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e com execução da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e promover o intercâmbio de informações entre países da América do Sul;

7.      Solicitar a Organização Pan-Americana da Saúde uma proposta estruturante de cooperação técnica para execução do plano estratégico intersetorial e interinstitucional na América do Sul em saúde ambiental;

8.      Explorar outras formas de cooperação técnica ou financeira para implementar o plano estratégico intersetorial e interinstitucional na América do Sul em saúde ambiental;

9.     Organizar a 2ª. Reunião de Dirigentes em Saúde Ambiental da América do Sul  no ano de 2010 para preparar o plano de trabalho e os avanços, o plano estratégico e cooperação entre os países da América do Sul.

Fonte: OPAS

Disponível em <http://new.paho.org/bra/index.php?option=com_content&task=view&id=896&Itemid=259>

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
1689Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/31/1%c2%aa-reuniao-de-dirigentes-de-saude-ambiental-da-america-do-sul/1%C2%AA+Reuni%C3%A3o+de+dirigentes+de+sa%C3%BAde+ambiental+da+Am%C3%A9rica+do+Sul2010-03-31+03%3A59%3A10oms
Categorias
oms
Tags
oms
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

OTCA inaugura projeto de Vigilância em Saúde Ambiental

oms | 31 de março de 2010 | 0:52

Enviada em 10/12/2009.

Começou nesta quinta-feira, 10 de dezembro, a primeira oficina de trabalho do projeto “Sistema de Vigilância em Saúde Ambiental na Região Amazônica”, uma iniciativa da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) que conta com o apoio financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O projeto tem por objetivo adotar um sistema consensual de indicadores e estratégias para institucionalizar a Vigilância em Saúde Ambiental na região amazônica. A previsão é de que o sistema esteja concluído em 30 meses. Esse marco deverá ser adaptado ao contexto dos sistemas nacionais de saúde dos Países Membros da OTCA de forma compatível com o Regulamento Sanitário Internacional.

A partir dessa iniciativa, os responsáveis pelas políticas públicas poderão determinar os fatores de risco e as ações voltadas para a vigilância em saúde ambiental em seus países. Isso facilitará a prevenção, proteção, adaptação e mitigação em casos decorrentes das mudanças climáticas e outros que afetam a saúde humana, como danos ambientais, alterações e contaminação.

O Diretor Executivo da OTCA, Embaixador Mauricio Dorfler, ressaltou que a saúde ambiental é um prioridade para a organização, definida formalmente pelos Chefes de Estado dos países amazônicos durante a Cúpula sobre Mudanças Climáticas realizada no dia 26 de novembro, em Manaus. “A Amazônia é uma área estratégica para os oito países e tem vital importância por seus efeitos na saúde humana a nível local e global”, afirmou Dorfler.

De acordo com o coordenador do projeto, Dr. Manuel Cesário, a construção de um sistema de vigilância em saúde ambienal único na região amazônica terá como componentes a análise da situação atual da saúde ambiental, um processo de capacitação e a validação do sistema.

COTEC
O grupo de trabalho que se reuniu nesta quinta-feira pela primeira vez, em Brasília, formalizou o Comitê Técnico do Projeto OTCA/BID (Cotec) “Sistema de Vigilância em Saúde Ambiental na Região Amazônica”. O Cotec será composto pelos representantes do Ministério de Saúde de cada País Membro da OTCA presente na reunião: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Suriname e Venezuela. Guiana não pôde enviar um representante, mas garantiu seu compromisso e acompanhamento das atividades desenvolvidas através de seu Ministério.

O Cotec se reunirá novamente no sábado, 12 de dezembro. Nesses dois dias de reunião, os delegados apresentarão os Sistemas de Vigilância em Saúde Ambiental atualmente adotados por seus países e definirão as prioridades temáticas que levarão à consolidação de um sistema consensual para a região amazônica. O grupo também deverá construir o perfil dos projetos demonstrativos nas áreas de fronteira e formalizar a agenda de trabalho do projeto.

Fonte: OTCA

Disponível em <http://www.noticiasdaamazonia.com.br/11092-otca-inaugura-projeto-de-vigilancia-em-saude-ambiental/>

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
1683Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/31/otca-inaugura-projeto-de-vigilancia-em-saude-ambiental/OTCA+inaugura+projeto+de+Vigil%C3%A2ncia+em+Sa%C3%BAde+Ambiental2010-03-31+03%3A52%3A18oms
Categorias
oms
Tags
oms, saúde
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Atraso em reconstrução agrava drama Haitiano

istambul | 30 de março de 2010 | 12:48



Apesar do grande volume de recursos enviados ao país em resposta ao terremoto de janeiro, população tem recebido apenas ajuda de emergência

28 de março de 2010 | 0h 00

Adriana Carranca – O Estado de São Paulo

À distância, o Haiti tornou-se uma espécie de estandarte da cooperação internacional para ajuda humanitária, na reconstrução do país arruinado pelo terremoto de 12 de janeiro. Um olhar aproximado sobre as ruas da capital, Porto Príncipe, no entanto, revela a falência de um sistema que, apesar dos dólares e recursos humanos já empregados, ainda não fez muito mais pelos haitianos do que distribuir sacos de arroz e tendas (em número insuficiente, diga-se), enterrar 230 mil cadáveres em valas comuns e prestar o socorro emergencial que salvou muitas vidas, mas – por falhas na organização – criou uma nação de amputados e não impediu outras tantas mortes nas semanas consecutivas à catástrofe.

O Haiti é uma ferida aberta no corpo das Nações Unidas. Com o apoio do secretário-geral, Ban Ki-moon, o presidente haitiano, Rene Préval, apresentará quarta-feira, na sede da organização, em Nova York, um plano de 250 páginas para reerguer o país dos escombros. Com ele, tentará convencer as 60 nações doadoras a assinar um cheque de US$ 3,9 bilhões, a ser usado nos próximos dois anos em soluções provisórias à situação crítica atual – a reconstrução mesmo, com novos hospitais, escolas, prédios públicos, portos e aeroportos, sob rigoroso código de obras e edificações a fim de evitar futuras catástrofes, demandaria U$ 11,5 bilhões e dez anos, nas contas da ONU.

Como e por quem o dinheiro será empregado ainda não se sabe. A Conferência Mundial para a Reconstrução do Haiti, na República Dominicana, foi adiada para junho. Se nada for feito, até lá a temporada de chuvas, em abril e maio, terá levado consigo barracas improvisadas, o que restou das casas ainda equilibradas sobre frágeis pilares e mais vidas. Na semana passada, a primeira tempestade desde o terremoto inundou Citè Soleil e transformou em imenso lamaçal os quase 500 campos de desabrigados espalhados por Porto Príncipe, onde 1 milhão vive sem água, o esgoto corre a céu aberto e os relatos de estupros durante a noite se acumulam.

Era como se os santos do vodu estivessem mandando um aviso sobre o que está por vir. “A hora que as águas vierem, vão levar tudo isso aí”, diz o coronel Faulstich, comandante do Brabatt 2, batalhão agregado às forças brasileiras no Haiti duas semanas atrás. Sobre os escombros do Forte Nacional, ele aponta para Bel Air, uma das áreas mais afetadas da capital, onde estão a Catedral, o palácio do governo, os ministérios, o Legislativo e o Judiciário, as universidades e a antiga penitenciária, tudo ainda em ruínas. “Há muitos mortos aí embaixo porque nada dos escombros foi retirado. Aqui não se fala em reconstrução”, diz o coronel.

Na favela de Bel Air, 70 dias após a tragédia, a população tenta reorganizar a vida entre pilhas de entulhos – o lixo que se acumula, sem coleta desde o terremoto – e ossos. Um crânio entre as grades retorcidas de um terraço partido ao meio, uma cruz de madeira aqui, outra ali, marcando onde há corpos enterrados, não deixam esquecer a tragédia. Tampouco a letargia da resposta à ela.

Além da segurança, os militares brasileiros estão trabalhando no único assentamento cuja localização já foi definida pelo governo do Haiti – a terraplenagem de forma a evitar alagamentos, e somente isso, será concluída no fim de abril. Ninguém sabe dizer quando as barracas de estrutura mais firme e com piso serão colocadas. Outros quatro assentamentos prometidos para a temporada de chuvas e furacões não têm previsão de início.

Os militares criticam a desorganização das ONGs que, por sua vez, apontam o dedo para Préval, que segue despachando de um galpão improvisado na frente do aeroporto, e segundo fontes locais enfrenta dificuldades diante das pressões políticas e do setor privado – “as 20 famílias ricas do Haiti” – com interesses na reconstrução. “Os recursos humanos estão aqui, o dinheiro não falta. Temos maquinário para fazer as casas, hospitais, escolas e material para funcionar. O que falta é decisão política”, desabafa Arnaldo San Ramán Ollo, chefe da delegação da Cruz Vermelha espanhola no Haiti.

Vazio. É difícil descrever o olhar dos haitianos diante desse vazio. Há muita gente contemplando o nada e crianças vagando, sem ter o que fazer, porque as escolas não voltaram a funcionar. “Há dificuldade de espaço nos campos e ONGs para dar aulas”, disse ao Estado o porta-voz do Unicef no Haiti, Simon Ingram. Na previsão dele, antes de setembro, início do ano letivo, não haverá local para os professores sobreviventes lecionarem – estima-se que mais de 500 deles, do ensino básico e fundamental, tenham morrido.

No Hospital Universiário, o mais movimentado da capital, destruído pelo terremoto, milhares de feridos e amputados esperam em macas sob tendas no jardim que o tempo cure suas feridas. As equipes estrangeiras de emergência deixaram o Haiti há um mês e é raro ver médicos e enfermeiros no loca. “Nós estávamos lá para fazer as cirurgias de urgência e atender os casos mais graves. Mas, já deixamos o local. Não podemos cuidar de todos”, disse uma fonte da Médicos Sem Fronteiras.

Reservatório de esperança. Para muitos, o terremoto expôs a fragilidade do governo haitiano e da missão da ONU, no país desde 2004. “O desastre retirou o véu de hipocrisia de todos os poderes e evidenciou a incapacidade da comunidade internacional, que tantos anos e dólares depois, não conseguiu fazer nada aqui. Os haitianos são um reservatório de esperança em uma nação dominada por uma elite distante e corrupta que não responde ao povo”, diz Pablo Mella, padre jesuíta. “O presidente Lula deveria renunciar à tentação do protagonismo internacional pessoal e retirar o apoio à missão da ONU. “

Fonte (reportagem): O Estado de São Paulo

Fonte (fotos): Boston.com / The Big Picture

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
16441 Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/30/atraso-em-reconstrucao-agrava-drama-haitiano/Atraso+em+reconstru%C3%A7%C3%A3o+agrava+drama+Haitiano2010-03-30+15%3A48%3A24istambul
Categorias
istambul
Tags
banco mundial, economia, fmi, Haiti, istambul
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Violência na Nigéria preocupa ONU; Ban Ki-moon pede moderação

unesco | 30 de março de 2010 | 10:38
Um dia depois de a Nigéria ser palco de um massacre de 500 pessoas – a maioria cristãos de aldeias próximas à cidade de Jos, no centro do país -, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse estar profundamente preocupado com a sitituação no país. Além de pedir moderação, ele incitou os líderes religiosos a trabalharem juntos nas causas da crise em busca de uma solução. A Nigéria enfrenta uma grave crise que já afeta a exploração de suas ricas reservas de petróleo
- Estou profundamente preocupado com a repentina violência sectária na Nigéria. Convoco todas as pessoas envolvidas a exercer máxima moderação.
Na segunda-feira, o presidente interino da Nigéria, Goodluck Jonathan, convocou uma reunião de emergência com os chefes do serviço de segurança para estudar a prevenção de novos confrontos, informaram fontes.
A violência, atribuída pelo governo a muçulmanos, tem origem numa profunda divisão étnica e religiosa: a população nigeriana é formada 50% por muçulmanos (localizados mais ao norte) e 40% por cristãos (predominantes no sul do país). Jos está localizada numa região conhecida como “cinturão do meio”, repleta de minas e outros recursos naturais, quedas d’água, assim como vida selvagem, sendo o principal polo turístico da Nigéria. No entanto, ali também dezenas de grupos étnicos seguidores das duas religiões disputam essa riqueza. Desde 1999, os confrontos já deixaram mais de 12 mil mortos.
Os muçulmanos da corrente fulani, predominantes na área, reclamam do governo dominado pelos cristãos no estado de Plateau, cuja capital é Jos, que, segundo eles, não lhes dá as mesmas oportunidades de trabalho. Segundo balanço informado pelo porta-voz do governo do Estado de Plateau, Gregory Yenlong, a situação em Jos e arredores é de caos: com medo da violência, milhares de cristãos abandonaram suas casas. Armados com revólveres, metralhadoras e machados, pastores fulani invadiram, no domingo à noite, casas e mataram todos que encontraram pela frente. Em apenas três horas, centenas de pessoas, entre elas muitas mulheres, crianças e até bebês, foram mortas e queimadas, segundo testemunhas, que descrevem cenas de horror.
- Conseguimos prender 95 pessoas. Em contrapartida, mais de 500 morreram. Procuramos agora pelo líder regional dos fulanis, que teria incitado a violência e agora encontra-se foragido – disse o porta-voz.
Os muçulmanos negam participação nos ataques. Segundo as autoridades e agências de ajuda humanitária, os novos ataques representam uma retaliação à violência imprimida por cristãos contra muçulmanos em janeiro último, que deixou mais de 300 pessoas mortas na mesma região nigeriana. Na segunda-feira, Robin Waubo, porta-voz da Cruz Vermelha, confirmou esta informação e lembrou que o massacre aconteceu mesmo com a imposição de um toque de recolher, que vigora na região das 18h às 6h desde janeiro passado.
Reservas de petróleo são atacadas por rebeldes
O governo de Plateau anunciou um funeral coletivo para as vítimas, enterradas em valas comuns. O presidente interino da Nigéria, Goodluck Jonathan, afirmou que os soldados estão em alerta vermelho e tropas extras foram enviadas à região. O presidente interino resolveu, na segunda-feira, demitir o Sarki Mukhtar, o poderoso conselheiro de Segurança Nacional nigeriano, um dos homens de confiança do presidente Umaru Yar’Adua – figura central na atual crise política que afeta a Nigéria.
Yar’Adua, eleito de 2007, está afastado do poder desde 23 novembro passado, quando foi levado a um hospital na Arábia Saudita para se tratar de uma doença no coração. Ele teria retornado à sua casa, em Lagos, no fim de fevereiro mas desde então, alegando saúde frágil, não aparece em público: nem para se encontrar com o vice, Goodluck Jonathan, atual presidente interino.
O vácuo de poder – somente na semana passada Goodluck Jonathan foi reconhecido no cargo pela Assembleia Nacional -, segundo analistas, só piora uma outra crise que vive a Nigéria pelo controle de suas ricas reservas de petróleo, a maioria localizada no delta do rio Níger, no sul do país. Nas última semana, militantes nacionalistas voltaram a atacar locais explorados por empresas estrangeiras como Agip e Shell, quebrando uma trégua negociada entre Yar’Adua e os rebeldes em 2009.

Violência na Nigéria preocupa ONU; Ban Ki-moon pede moderaçãoPublicada em 08/03/2010 às 23h45mO GloboAgências Internacionais ABUJA e JOS, Nigéria – Um dia depois de a Nigéria ser palco de um massacre de 500 pessoas – a maioria cristãos de aldeias próximas à cidade de Jos, no centro do país -, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse estar profundamente preocupado com a sitituação no país. Além de pedir moderação, ele incitou os líderes religiosos a trabalharem juntos nas causas da crise em busca de uma solução. A Nigéria enfrenta uma grave crise que já afeta a exploração de suas ricas reservas de petróleo- Estou profundamente preocupado com a repentina violência sectária na Nigéria. Convoco todas as pessoas envolvidas a exercer máxima moderação.
Na segunda-feira, o presidente interino da Nigéria, Goodluck Jonathan, convocou uma reunião de emergência com os chefes do serviço de segurança para estudar a prevenção de novos confrontos, informaram fontes.
A violência, atribuída pelo governo a muçulmanos, tem origem numa profunda divisão étnica e religiosa: a população nigeriana é formada 50% por muçulmanos (localizados mais ao norte) e 40% por cristãos (predominantes no sul do país). Jos está localizada numa região conhecida como “cinturão do meio”, repleta de minas e outros recursos naturais, quedas d’água, assim como vida selvagem, sendo o principal polo turístico da Nigéria. No entanto, ali também dezenas de grupos étnicos seguidores das duas religiões disputam essa riqueza. Desde 1999, os confrontos já deixaram mais de 12 mil mortos.
Os muçulmanos da corrente fulani, predominantes na área, reclamam do governo dominado pelos cristãos no estado de Plateau, cuja capital é Jos, que, segundo eles, não lhes dá as mesmas oportunidades de trabalho. Segundo balanço informado pelo porta-voz do governo do Estado de Plateau, Gregory Yenlong, a situação em Jos e arredores é de caos: com medo da violência, milhares de cristãos abandonaram suas casas. Armados com revólveres, metralhadoras e machados, pastores fulani invadiram, no domingo à noite, casas e mataram todos que encontraram pela frente. Em apenas três horas, centenas de pessoas, entre elas muitas mulheres, crianças e até bebês, foram mortas e queimadas, segundo testemunhas, que descrevem cenas de horror.
- Conseguimos prender 95 pessoas. Em contrapartida, mais de 500 morreram. Procuramos agora pelo líder regional dos fulanis, que teria incitado a violência e agora encontra-se foragido – disse o porta-voz.
Os muçulmanos negam participação nos ataques. Segundo as autoridades e agências de ajuda humanitária, os novos ataques representam uma retaliação à violência imprimida por cristãos contra muçulmanos em janeiro último, que deixou mais de 300 pessoas mortas na mesma região nigeriana. Na segunda-feira, Robin Waubo, porta-voz da Cruz Vermelha, confirmou esta informação e lembrou que o massacre aconteceu mesmo com a imposição de um toque de recolher, que vigora na região das 18h às 6h desde janeiro passado.
Reservas de petróleo são atacadas por rebeldesO governo de Plateau anunciou um funeral coletivo para as vítimas, enterradas em valas comuns. O presidente interino da Nigéria, Goodluck Jonathan, afirmou que os soldados estão em alerta vermelho e tropas extras foram enviadas à região. O presidente interino resolveu, na segunda-feira, demitir o Sarki Mukhtar, o poderoso conselheiro de Segurança Nacional nigeriano, um dos homens de confiança do presidente Umaru Yar’Adua – figura central na atual crise política que afeta a Nigéria.
Yar’Adua, eleito de 2007, está afastado do poder desde 23 novembro passado, quando foi levado a um hospital na Arábia Saudita para se tratar de uma doença no coração. Ele teria retornado à sua casa, em Lagos, no fim de fevereiro mas desde então, alegando saúde frágil, não aparece em público: nem para se encontrar com o vice, Goodluck Jonathan, atual presidente interino.
O vácuo de poder – somente na semana passada Goodluck Jonathan foi reconhecido no cargo pela Assembleia Nacional -, segundo analistas, só piora uma outra crise que vive a Nigéria pelo controle de suas ricas reservas de petróleo, a maioria localizada no delta do rio Níger, no sul do país. Nas última semana, militantes nacionalistas voltaram a atacar locais explorados por empresas estrangeiras como Agip e Shell, quebrando uma trégua negociada entre Yar’Adua e os rebeldes em 2009.

Fonte: O Globo.

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
1641Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/30/violencia-na-nigeria-preocupa-onu-ban-ki-moon-pede-moderacao/Viol%C3%AAncia+na+Nig%C3%A9ria+preocupa+ONU%3B+Ban+Ki-moon+pede+modera%C3%A7%C3%A3o2010-03-30+13%3A38%3A45unesco
Categorias
unesco
Tags
religião
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Resolução do CSNU – Abril de 1995

csnu | 29 de março de 2010 | 16:02

Tendo em vista a aproximação da data de início da reunião do Conselho de Segurança para a questão da Bósnia (junho de 1995), a diretoria solicita que todos os diplomatas e representantes de seus países tenham em conta a última resolução aprovada por este Conselho em abril passado:

United Nations Security Council Resolution 988

UN Security Council
3522nd Meeting
Resolution S/RES/988
April 21, 1995

The Security Council,

* Recalling all its earlier relevant resolutions, and in particular resolution 943 (1994) of 23 September 1994 and resolution 970 (1995) of 12 January 1995,

* Noting the measures taken by the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro), as described in the annex to the Secretary-General’s letter of 31 March 1995 (S/1995/255) and in the annex to the Secretary-General’s letter of 13 April 1995 (S/1995/302), to maintain the closure of the international border between the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) and the Republic of Bosnia and Herzegovina with respect to all goods except foodstuffs, medical supplies and clothing for essential humanitarian needs, and noting that those measures were a necessary condition for the adoption of the present resolution,

* Concerned, however, about reports suggesting that helicopter flights may have crossed the border between the Republic of Bosnia and Herzegovina and the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro), and noting that an investigation of those reports is being undertaken by the Mission of the International Conference on the Former Yugoslavia (ICFY),

* Noting with satisfaction that the cooperation of the ICFY Mission with the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) continues to be good and stressing the importance of effective closure by the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) of the international border between the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) and the Republic of Bosnia and Herzegovina, and of further efforts by them to enhance the effectiveness of that closure, including by the prosecution of persons suspected of violating measures to that end and by sealing border crossing points as requested by the ICFY Mission,

* Expressing appreciation for the work of the Co-Chairmen of the Steering Committee of the ICFY and of the ICFY Mission to the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro),

* Noting that paragraph 9 of resolution 757 (1992) of 30 May 1992 remains in force,

* Acting under Chapter VII of the Charter of the United Nations,

1. Decides that the restrictions and other measures referred to in paragraph 1 of resolution 943 (1994) shall be suspended until 5 July 1995;

2. Confirms that commodities and products, including fuel beyond immediate needs for a flight or ferry voyage taking into account internationally recognized safety requirements, shall not be carried on flights and ferry services permitted in accordance with paragraph 1 above, except in accordance with the provisions of relevant resolutions and in conformity with the procedures of the Committee established by resolution 724 (1991) of 15 December 1991; and that if a need is established for the supply of additional fuel for the operation of flights permitted in accordance with paragraph 1 above, the Committee established by resolution 724 shall consider such applications on a case-by-case basis;

3. Reminds States of the importance of strict enforcement of measures imposed under Chapter VII of the Charter and calls upon all States which allow flights or ferry services permitted in accordance with paragraph 1 above from their territories or using their flag vessels or aircraft to report to the Committee established by resolution 724 (1991) on the controls adopted by them to implement such measures in earlier relevant resolutions;

4. Calls upon all States and others concerned to respect the sovereignty, territorial integrity and international borders of all States in the region;

5. Underlines the importance it attaches to the work of the ICFY Mission, expresses its concern that a shortage of resources hampers the effectiveness of that work, and requests the Secretary-General to report to the Security Council within 30 days of the adoption of the present resolution on measures to increase the effectiveness of the work of the ICFY Mission, including on the question of helicopter flights;

6. Requests Member States to make available the necessary resources so as to strengthen the ICFY Mission’s capacity to carry out its tasks, and encourages the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) to give additional support for the operation of the ICFY Mission;

7. Calls on the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) to cooperate fully with the ICFY Mission, in particular in investigating alleged breaches of the closure of the border, whether by land or by air, between the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) and the Republic of Bosnia and Herzegovina and ensuring the continued closure of that border;

8. Stresses the importance it attaches to a thorough investigation of reports that helicopter flights may have crossed the border between the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) and the Republic of Bosnia and Herzegovina; calls upon the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) to comply with their commitment to cooperate fully in that investigation; and requests the Secretary-General to report to the Security Council on the outcome of the investigation;

9. Reaffirms its decision that import to, export from and transshipment through the United Nations Protected Areas in the Republic of Croatia and those areas of the Republic of Bosnia and Herzegovina under the control of Bosnian Serb forces, with the exception of essential humanitarian supplies including medical supplies and foodstuffs distributed by international humanitarian agencies, shall be permitted only with proper authorization from the Government of the Republic of Croatia or the Government of the Republic of Bosnia and Herzegovina respectively;

10. Encourages the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) to reinstate the severance of international telecommunication links between the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) and the areas of the Republic of Bosnia and Herzegovina under the control of Bosnian Serb forces which they instituted in August 1994;

11. Requests the Committee established by resolution 724 (1991) to conclude urgently its elaboration of appropriate streamlined procedures and invites the Chairman of that Committee to report to the Security Council as soon as possible on the matter;

12. Also requests the Committee established by resolution 724 (1991) to continue to give priority to its consideration of applications concerning legitimate humanitarian assistance, in particular applications from the International Committee of the Red Cross and from the United Nations High Commissioner for Refugees and other organizations in the United Nations system;

13. Requests that every 30 days and no fewer than ten days before the expiration of the period referred to in paragraph 1 above the Secretary-General submit to the Security Council for its review a report as to whether the Co-Chairmen of the ICFY Steering Committee, on the basis of information made available to them from the ICFY Mission and all other available sources deemed relevant by the ICFY Mission, certify that the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) are implementing their decision to close the international border, on land and in the air, between the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) and the Republic of Bosnia and Herzegovina with respect to all goods, except foodstuffs, medical supplies and clothing for essential humanitarian needs, and are complying with the requirements of paragraph 3 of resolution 970 (1995) in respect of all shipments across the international border between the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) and the Republic of Bosnia and Herzegovina; and inform the Council in his report if the Co-Chairmen of the ICFY Steering Committee have received substantiated evidence, from sources deemed relevant by the ICFY Mission, of substantial transshipments of goods, except foodstuffs, medical supplies and clothing for essential humanitarian needs, from the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) through the Republic of Croatia to the areas of the Republic of Bosnia and Herzegovina under the control of Bosnian Serb forces in violation of earlier relevant resolutions;

14. Further requests the Secretary-General to report to the Security Council immediately if he has evidence, including from the Co-Chairmen of the ICFY Steering Committee, that the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) are not implementing their decision to close the border between the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) and the Republic of Bosnia and Herzegovina;

15. Decides that if at any time the Secretary-General reports that, from sources deemed relevant by the ICFY Mission, the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) are not implementing their decision to close the border between the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) and the Republic of Bosnia and Herzegovina or that they are permitting substantial diversion of goods, except foodstuffs, medical supplies and clothing for essential humanitarian needs from the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) through the Republic of Croatia to the areas of the Republic of Bosnia and Herzegovina under the control of Bosnian Serb forces in violation of earlier relevant resolutions, the suspension of the measures referred to in paragraph 1 above shall terminate on the fifth working day following the report of the Secretary-General, unless the Security Council decides to the contrary;

16. Encourages the Co-Chairmen of the ICFY Steering Committee to ensure that the ICFY Mission keep the Government of the Republic of Bosnia and Herzegovina, the Government of the Republic of Croatia and the authorities of the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) fully informed about the findings of the ICFY Mission;

17. Decides to keep the situation closely under review and to consider further steps with regard to measures applicable to the Federal Republic of Yugoslavia (Serbia and Montenegro) in the light of further progress in the situation;

18. Decides to remain actively seized of the matter.

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
1640Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/29/resolucao-do-csnu-abril-de-1995/Resolu%C3%A7%C3%A3o+do+CSNU+-+Abril+de+19952010-03-29+19%3A02%3A38csnu
Categorias
csnu-h
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Link para o sítio das representações dos empregados e dos empregadores

oit | 29 de março de 2010 | 2:45

Empregados

África do Sul: Congress of South African Trade Unions (COSATU) http://www.cosatu.org.za

Alemanha: Deutscher Gewerkschaftsbund (DGB) http://www.dgb.de/

Argélia: Union générale des Travailleurs algériens http://www.ugta.dz/

Austrália: Australian Council of Trade Unionshttp //www.actu.asn.au/

Brasil: União Geral dos Trabalhadores (UGT) http://www.ugt.org.br

Canadá Canadian Labour Congress: http://www.canadianlabour.ca/about-clc/officers/barbara-byers

Colômbia: Central Unitária de Trabalhadores da Colômbia (CUT)

Estados Unidos Federação Trabalhista Americana – Congresso de Organizações Industriais (AFL-CIO) http://www.aflcio.org/

Federação Russa Federation of Independent Trade Unions of Russia - (FNPR) http://www.fnpr.org.ru/

Índia Indian National Trade Union Congress (INTUC) http://www.intuc.net/

Japão Japan Trade Union Confederation – Rengo http://www.jtuc-rengo.org/

Nigéria Nigeria Labour Congress (NLC) http://www.nlcng.org/

Noruega Landsorganisasjonen i Norge (LO) http://www.lo.no/

Reino Unido Trade Union Congress (TUC) http://www.tuc.org.uk/

Empregadores

Alemanha Confederation of German Employers’ Associations (BDA) http://www.arbeitgeber.de

Argentina Unión Industrial Argentina (UIA) http://www.uia.org.ar

Austrália Australian Chamber of Commerce & Industry (ACCI) http://www.acci.asn.au/

Burkina Faso Conseil national du Patronat Burkinabé (CNPB) http://www.ioe-emp.org/en/members-regions/index.html?tx_gsifeuserlist_pi1[showUid]=22

Dinamarca Confederation of Danish Employers (DA) http://www.da.dk/

Estados Unidos United States Council for International Business (USCIB) http://www.uscib.org/

França Mouvement des Entreprises de France (MEDEF) http://www.medef.com/

Índia Council of Indian Employers (CIE) http://www.ioe-emp.org/en/members-regions/index.html?tx_gsifeuserlist_pi1[showUid]=65

Japão Japan Business Federation (NIPPON – KEIDANREN) http://www.keidanren.or.jp/

Jordânia Jordan Chamber of Industry (JCI) http://www.aci.org.jo

México Confederación de Cámaras Industriales de los Estados Unidos Mexicanos (CONCAMIN) http://www.concamin.org.mx/

Nigéria Nigeria Employers’ Consultative Association (NECA) http://www.necang.org/

Reino Unido Confederation of British Industry (CBI) http://www.cbi.org.uk

Tunísia Union Tunisienne de l’Industrie, du Commerce et de l’Artisanat (UTICA) http://www.utica.org.tn/site/fr/index.php

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
1634Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/29/link-para-o-sitio-das-representacoes-dos-empregados-e-dos-empregadores/Link+para+o+s%C3%ADtio+das+representa%C3%A7%C3%B5es+dos+empregados+e+dos+empregadores2010-03-29+05%3A45%3A40oit
Categorias
oit
Tags
empregadores, empregados
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

O vilão virou herói

aiea | 28 de março de 2010 | 23:51

Os ambientalistas erraram – e o Sr. Burns, dono da usina nuclear de Springfield, de Os Simpsons, é um herói. Em vez da energia solar, eólica ou hidrelétrica, a força que vai nos salvar do aquecimento global, quem diria, é a energia nuclear.

(Revista Superinteressante, número 241 – julho de 2007)

Confira a matéria na íntegra acessando: http://super.abril.com.br/historia/vilao-virou-heroi-447122.shtml

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
16251 Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/28/o-vilao-virou-heroi/O+vil%C3%A3o+virou+her%C3%B3i2010-03-29+02%3A51%3A58aiea
Categorias
aiea
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Gordon Brown alerta Irã na questão nuclear

aiea | 28 de março de 2010 | 23:43

Brown alertou o Irã de que o país encara um claro momento decisório no curso de seu programa nuclear – e urgiu o governo iraniano a deixar que “o mundo” forneça a ajuda necessária para o desenvolvimento civil de energia nuclear.

O primeiro-ministro disse que era necessária uma expansão da matriz nuclear para alcançar as metas de redução nas emissões de carbono.
O governo iraniano notadamente descreve seu programa nuclear como voltado para o desenvolvimento civil da matriz nuclear, ao invés de armamentista. Entretanto, Brown declarou que a não ser que os iranianos aceitem a supervisão da ONU, o país será alvo de “sanções mais rígidas”.
O primeiro-ministro argumentou que o caso iraniano seria um teste de como as “nações nucleares” (aquelas em posse da tecnologia) podem trabalhar com Estados “não-nucleares” para equipá-los com novas fontes de energia.
Ele incentivou a república islâmica a produzir uma matriz nuclear “puramente” civil, prometendo suporte internacional nesse caso.

‘Trabalhem conosco’

Urânio enriquecido pode ser utilizado em usinas elétricas, mas também tem seu uso armamentista.
O governo iraniano continua a desafiar a comunidade internacional, acumulando urânio suficiente – de acordo com recente relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) – para uma ogiva, porém necessitaria de um nível superior de enriquecimento para alcançar o nível de arma nuclear.
O primeiro-ministro declarou que “o atual programa nuclear iraniano é inaceitável”.
“O Irã acobertou suas atividades nucleares, recusou-se a cooperar com a AIEA, ignorou as resoluções do Conselho de Segurança da ONU e a recusa a aceitar as normas nos levam a enxergar seu programa nuclear como uma ameaça nuclear crítica.”
“Portanto, o Irã encara um claro momento de escolha: continuar seu atual curso e ser alvo de sanções mais rígidas, ou abraçar um programa civil de energia nuclear supervisionado pela ONU, que traria maior benefício para seus cidadãos.”
Todavia, Brown complementou: “Não importa de que maneira nós enxergamos a situação, nós não asseguraremos o suprimento de energia sustentável de que o mundo precisa, sem algum papel para a energia nuclear.”
O mundo precisaria de “liderança moral”, ele disse, urgindo “colaboração, e não isolamento”.
A Grã-Bretanha estaria “na vanguarda” dos esforços direcionados para o desarmamento nuclear geral quando as negociações internacionais acontecerem no ano que vem, ele adicionou.
Brown disse que “se é possível diminuir o nosso próprio número de ogivas…estaremos prontos para fazê-lo”.

Fonte: http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/politics/7947285.stm

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
1626Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/28/gordon-brown-alerta-ira-na-questao-nuclear/Gordon+Brown+alerta+Ir%C3%A3+na+quest%C3%A3o+nuclear2010-03-29+02%3A43%3A38aiea
Categorias
aiea
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

A Reconstrução do Haiti

istambul | 28 de março de 2010 | 11:05

26/01/2010 

A falta de uma ajuda mais rápida está matando muito mais do que o terremoto matou

Os horrores do terremoto no Haiti continuam a vir à tona. O terremoto propriamente dito matou possivelmente 100 mil pessoas. A incapacidade de organizar uma ajuda rápida está matando dezenas de milhares. Mais de um milhão de pessoas estão expostas a fome e a doenças e, com a chuva e as temporadas de furacões se aproximando, ficam vulneráveis a riscos adicionais.

Até mesmo uma economia pobre como a Haitiana é um sistema complexo, dependente de comércio entre as zonas rural e urbana, de transportes, eletricidade, serviços portuários e funções governamentais. A economia do Haiti funcionava mal no passado e, quando o terremoto aconteceu, estava ainda se recuperando de quatro furacões ocorridos em 2008. O fato de o terremoto ter atingido a capital e arrasado todos os centros de atividade social destruiu os sistemas dos quais depende a vida urbana diária. Milhões de pessoas estão agora sem meios de subsistência e meios de sobrevivência.

A primeira fase de uma resposta eficaz – as três ou quatro primeiras semanas -, deve se concentrar em socorrer sobreviventes e estabilizar o suprimento de alimentos, água, serviços médicos e abrigo para a população. Tanto o Haiti como o mundo não estavam devidamente equipados para isso, e dezenas de milhares de pessoas morrerão desnecessariamente. Os sistemas mundiais de reação emergencial – em especial beneficiando países pobres em zonas mais vulneráveis a terremotos, vulcões, secas, furacões e inundações – precisam ser atualizados.

Após apenas cerca de um mês, a fase emergencial dará lugar a uma luta que já dura décadas para recuperação e desenvolvimento no longo prazo. O Haiti precisa evitar um período prolongado de vida em acampamentos nos quais as pessoas são meras refugiadas. Mas onde deveriam morar as pessoas que precisam ser deslocadas – centenas de milhares, talvez mais de um milhão? Como lhes deveriam ser fornecidos alimentos, água, saúde e habitação? E como podem elas começar a contribuir para a reorganização da vida econômica básica?

A economia terá uma estrutura simples, nos próximos anos, e a maioria das atividades econômicas ficará centrada em cinco setores: agricultura de subsistência; reconstrução; serviços portuários e manufatura leve; comércio local em pequena escala e serviços públicos, entre eles atendimento de saúde e educação. O principal desafio é apoiar esses cinco setores para combinar ajuda de curto prazo com reconstrução e desenvolvimento a longo prazo.

Em primeiro lugar, esforços especiais devem ser feitos para melhorar a agricultura camponesa e as comunidades rurais. Isso permitirá que centenas de milhares de pessoas deslocadas regressem às comunidades de suas aldeias e vivam da agricultura. Com fertilizantes, sementes melhoradas, irrigação em pequena escala, treinamento rápido e serviços de extensão, silos de armazenamento de baixo custo, a produção alimentar do Haiti poderia dobrar ou triplicar nos próximos anos, sustentando o país e construindo uma nova economia rural.

A reconstrução – de estradas, edifícios e sistemas hídricos e de saneamento – empregará dezenas de milhares, talvez centenas de milhares, de trabalhadores Haitianos na construção civil, e impulsionará a regeneração das cidades. O Programa Alimentar Mundial pode ajudar os camponeses a produzir mais alimentos no campo e, depois, comprar alimentos para utilização em programas “alimentos em troca de trabalho” focados em projetos de construção civil.

A infraestrutura Haitiana era insuficiente antes do terremoto (daí a taxa de mortalidade chocante), e a maior parte é, hoje, entulho. Investimento de capital em larga escala também será necessário para reequipar os portos e restabelecer a rede de energia elétrica.

A recuperação exigirá também o restabelecimento de um setor de manufatura pelo menos em pequena de escala. O Haiti, como sua vizinha, a República Dominicana, no passado criaram postos de trabalho em instalações portuárias, compreendendo a produção de roupas, bolas e outros itens de manufatura leve. Esses empregos desapareceram nos anos 1990, quando os EUA impuseram um embargo comercial sobre o Haiti como parte de um esforço para restabelecer a democracia. A democracia voltou, mas a economia foi destruída.

Outros países ergueram-se dos escombros de desastres naturais e de guerras, e o Haiti pode fazer o mesmo ao longo dos próximos cinco a dez anos. Na próxima década, porém, e especialmente nos próximos cinco anos, não haverá como escapar à necessidade de recorrer a financiamento internacional e, principalmente, doações, para financiar o esforço de reconstrução. No passado, o mundo gastou muito dinheiro com o Haiti, mas de maneira muito ineficaz. Desta vez, é preciso fazer direito.

Uma estratégia clara é necessária para fortalecer os setores chave discutidos acima. Cada setor exige uma estratégia de recuperação para cinco anos, com um orçamento nítido e linhas claras de parceria e responsabilidade interrelacionando o governo Haitiano, organizações não governamentais e doadores institucionais – especialmente governos e agências internacionais.

O segundo ponto crucial para sucesso na reconstrução é harmonizar a resposta internacional. Existem provavelmente 40 ou mais organizações oficiais estrangeiras, se não mais, já empenhadas no esforço de recuperação. Além disso, existem centenas, senão milhares, de ONGs Haitianas nacionais. O próprio governo Haitiano foi reduzido à paralisia por morte e destruição.

É necessária uma estrutura institucional abrangente. É necessária uma grande conta bancária como destinatária dos recursos provenientes de diversos doadores para financiar os pesados gastos necessários à recuperação do Haiti. É necessária uma equipe executiva extremamente profissional para coordenar os esforços de apoio internacional. E tudo isso precisa ser posto em prática muito em breve, enquanto há interesse internacional. O mundo, muito em breve, passará a dar atenção à próxima crise, muito antes de o Haiti começar a se recuperar.

Tenho observado os problemas de cooperação internacional durante um quarto de século. Cada agência tem seu papel, mas elas também tendem a disputar terreno, em vez de colaborar. Promessas financeiras internacionais são feitas para as manchetes e oportunidades para fotos, mas acabam não sendo cumpridas. Precisamos, portanto, dinheiro no banco, e liderança clara.

Meu candidato à condução do processo é o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD). O profundos compromissos de longo prazo do BIRD no Haiti e sua experiência em agricultura, saúde, educação e infraestrutura o qualifica para coordenar a multiplicidade de agências que serão envolvidas. O BIRD precisará trabalhar em estreita colaboração com uma equipe de executivos profissionais formada por profissionais Haitianos locais e em outros países dotados de experiência relevante.

A reconstrução Haiti custará talvez de US$ 10 bilhões a US$ 20 bilhões, e consumirá muito da próxima década. Começar imediatamente salvará muitas vidas e evitará uma espiral descendente ainda mais trágica de uma sociedade que está no limiar da sobrevivência.

(Jeffrey D. Sachs | Valor)

Jeffrey D. Sachs é professor de economia e diretor do Instituto Terra, da Columbia University. Ele também é assessor especial do secretário-geral para o Desenvolvimento do Milênio.

Fonte: Valor Online

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
16082 Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2010/03/28/a-reconstrucao-do-haiti/A+Reconstru%C3%A7%C3%A3o+do+Haiti2010-03-28+14%3A05%3A10istambul
Categorias
istambul
Tags
banco mundial, economia, fmi, Haiti, istambul
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

« Entradas Anteriores

Prezado visitante

Seja bem vindo ao sítio oficial da SiNUS 2010. Construímos nosso sítio de forma dinâmica, de modo a que você possa interagir o quanto quiser com nossa equipe. Sinta-se em casa: esse sítio é seu!

SiNUS Store

A SiNUS Store está no ar!
Não perca tempo e visite já nossa loja virtual.

Informações importantes

Prazo de entrega dos DPOs
Guias de Estudo no Ar!
Regulamento da
Ação entre Amigos

Dúvidas frequentes

O que são Modelos?
O que é SiNUS?
Como Participar?

Tags e categorias

banco mundial cij direitos humanos economia educacao fmi geórgia istambul religião rússia ac (10)
aiea (9)
cdh (9)
cij (20)
Comissões (1)
csnu-h (8)
ecosoc (7)
entretenimento (3)
eventos (6)
fao (7)
istambul (18)
marketing (6)
oit (20)
oms (11)
preparação (17)
uncc (8)
unesco (16)
unido (7)
unsc-ctc (11)

WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck and Luke Morton requires Flash Player 9 or better.

SiNUS nas mídias sociais




rss Comentários RSS valid xhtml 1.1 design by jide powered by Wordpress get firefox