• Início
  • SiNUS 2010
    • História
    • Missão e Projeto Pedagógico
    • Repensando uma Cultura de Paz e Liberdade
    • Carta do Secretário Geral
    • Material promocional
  • SiNUS 360
    • SiNUS Social
    • SiNUS Sustentável
    • SiNUS Cultural
  • Comissões e tópicos
    • Agência de Comunicação
    • Agência Internacional de Energia Atômica
    • Conferência de Istambul (FMI – Banco Mundial)
    • Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas
    • Conselho de Segurança das Nações Unidas – Histórico
    • Conselho Econômico e Social das Nações Unidas
    • Corte Internacional de Justiça
    • Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação
    • Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura
    • Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial
    • Organização Internacional do Trabalho
    • Organização Mundial da Saúde
    • United Nations Conference on Cybercrime
    • UNSC Counter-Terrorism Committee
  • Entretenimento
    • Festas
    • Copa SiNUS
    • Olimpíadas SiNUS
    • Festa das Nações
    • Fotos
    • Model Freak Quiz
  • Preparação
    • Guias de Estudo
    • Pesquisa
    • Oratória
    • Negociação
    • Documento de Posição
    • Documentos de Trabalho
    • Resoluções e outros documentos
    • Política de Conduta
    • Política de Avaliação
    • Relação dos Delegados e Países
  • Programação
    • Brasília 50 Anos
    • Cronograma
    • Sede do Evento: IESB Sul
    • Agência de Turismo Oficial: Rotas da Terra
    • Guia de Acomodação
  • Institucional
    • Organização
    • IREL-UnB
    • Patrocinadores e Apoiadores
    • Seja um parceiro

Carta do Secretário Geral

Carlos Góes | 29 de dezembro de 2009 | 3:25

Prezados pais, professores, delegados e jornalistas,

É com sincero entusiasmo que apresento a nona edição da Simulação da Nações Unidas para Secundaristas. A SiNUS é um projeto apaixonante por ter a potência de impactar as trajetórias pessoais de forma singular. Essa percepção vem de minha experiência pessoal.

Participar da SiNUS ajudou a formar minha identidade e minha visão de mundo e influenciou do forma decisiva na escolha de meu curso universitário – e, por conseguinte, de minha profissão –, na construção de meu arcabouço intelectual, na definição de minhas áreas de interesse. A SiNUS é um projeto sócio-educativo de formação cidadã completa. Nela, quando um secundarista, aprendi um pouco sobre diversos temas – conhecimento que veio da leitura de livros, textos eletrônicos e aventuras em línguas estranhas – além de duas características essenciais para todas as áreas profissionais: negociação e oratória. Aprendi a me socializar e a me divertir como nunca com pessoas interessantes e inteligentes nas festas que honram o título de melhores festas não-alcoólicas do mundo. Não menos importante, fiz amigos para toda a vida.

Nesse ano, o objetivo fundamental da SiNUS é debater sobre métodos e caminhos para a promoção de uma cultura de paz e liberdade. Os fundamentos da liberdade estão na base elementar da SiNUS: qualquer mudança profunda na realidade econômico-político-social só pode vir de uma sociedade civil pró-ativa, que não espera por ações governamentais lentas e paliativas. Essa preocupação se reflete na política de responsabilidade sócio-ambiental da SiNUS 2010, que propõe, entre outras medidas, o auxílio à participação de estudantes da rede pública de ensino médio ao evento e na completa carboneutralização do projeto por meio do plantio de mudas de árvores nativas do Cerrado na exata proporção que compense toda a cadeia produtiva do evento.

Com esse pequeno resumo, convido você para participar daquela que será uma edição histórica da Simulação das Nações Unidas para Secundaristas. A SiNUS fará uma diferença na vida de todos que assumirem o desafio de marcar presença em nosso singelo rendezvous: Brasília, 31 de março a 4 de abril de 2010.

Espero por você!


 
 
Carlos André Bezerra de Góes
Secretário Geral
SiNUS 2010

  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
5981 Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2009/12/29/carta-do-secretario-geral/Carta+do+Secret%C3%A1rio+Geral2009-12-29+05%3A25%3A25Carlos+G%C3%B3es
Categorias
preparação
Tags
desenvolvimento, diversidade, liberdade, sutentabilidade
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Igualdades de oportunidade e tratamento relativas ao emprego

Carlos Góes | 15 de novembro de 2009 | 0:22

200px-Flag_of_ILO.svg

O debate a respeito das relações de trabalho tem suas origens em tempos distantes. Já na Idade Média, as grandes feiras européias e as guildas comerciais geravam trocas de informações e métodos a respeito das relações de produção. Com as revoluções burguesas e o advento da Revolução Industrial, a modernidade trouxe a massificação das relações de trabalho e a impessoalidade nos grandes processos produtivos. Consequentemente, estimulou-se um senso de solidariedade entre os estratos sociais envolvidos nos processos de trabalho, fosse entre patrões, fosse entre empregados. Já em 1890 ocorria a primeira conferência intergovernamental a tratar de relações trabalhistas e, anos mais tarde, no bojo da Liga das Nações, surgiria a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

workersNa SiNUS 2010 a OIT simulará o seu Conselho de Administração. Será mais uma oportunidade para seguirmos com o projeto de trabalhar um comitê diferente e estimulante. A própria natureza da composição tripartite da OIT (Estados, empregadores e empregados) gera inquietação sobre aqueles que estão acostumados às deliberações estatocêntricas. Além disso, é importante ressaltar o papel essencial do Conselho de Administração na esfera do órgão simulado. Soares Cavalcanti afirma que:

Ao Conselho de Administração, órgão de função executiva, cabe a direção da Organização, que, com este fim, se reúne três vezes por ano em Genebra. Dentre as suas atribuições estão a elaboração e o controle da execução das políticas e programas da instituição, a instituição de comissões permanentes ou especiais, a eleição do Diretor Geral da Repartição Internacional do Trabalho, e a elaboração da proposta de programa e orçamento.

Para além da ousadia de forma, nosso comitê é instigador também em seu conteúdo. A discriminação de minorias em relações trabalhistas é um tema contemplado nos fundamentos consagrados na Declaração sobre os Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho e seu Seguimento, de 1998. Ele está fortemente conectado aos conceitos de paz e liberdade, uma vez que não pode haver paz em uma sociedade de discriminações e que os indivíduos e grupos não podem se declarar livres se são podados em suas atividades mais básicas por motivos como etnia, religião e gênero. Em uma análise mais abrangente, é um tema de fortes vínculos entre questões econômicas e humanitárias, mas também envolvendo debates a respeito de soberania, fronteiras e segurança nacional.

pro9O atual mundo globalizado gerou o aumento da circulação de pessoas entre os países. Além disso, o avanço tecnológico dos meios de comunicação permitiu um maior acesso à informação e capacidade de organização. Esses fatores, no entanto, não permitiram que chegássemos a uma sociedade livre, igualitária e que respeita os direitos humanos. Em todo lugar e em todo o mundo, diversas pessoas sofrem preconceito por sua cor, religião, gênero, origem, opção sexual. Essas pessoas são incapazes de levar uma vida plena e de desenvolver todas as suas capacidades. No trabalho, essa realidade, infelizmente, não é diferente. A prática de discriminação nas relações de produção é fato recorrente em todos os continentes. A Organização Internacional do Trabalho, dessa forma, reconhece a necessidade de discussão do tema para a promoção de um sistema de trabalho adequado e que permita uma melhor sociedade.

Assim, esse comitê discutirá um tema que, ao mesmo tempo em que pertence à sociedade contemporânea, historicamente nos persegue: a discriminação, ou seja, o medo e o preconceito com o diferente. Dessa forma, se você tem interesse em um tema básico aos direitos humanos, mas que, ao mesmo tempo, aborda soberania, cultura, segurança no ousado e inovador sistema de participação da OIT, com a participação de diversos e controversos membros da comunidade internacional, incluindo não apenas Estados, mas também a sociedade civil, então não tenha dúvidas sobre onde você estará na SiNUS 2010.

Sítios de referência:

  • OIT – Sítio Oficial (em inglês, francês, espanhol, árabe, russo e chinês)
  • OIT Brasil – Sítio Oficial (em português)
  • Bureau de Atividades para Empregadores
  • Bureau de Atividades para Empregados

Equipe responsável:

  • Sr. André Maia (Secretário Acadêmico da SiNUS 2008)
  • Sr. Raduan van Velthem
  • Sr. Lucas Takahashi
  • Srta. Luiza Nakamura
  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
393Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2009/11/15/igualdades-de-oportunidade-e-tratamento-relativas-ao-emprego/Igualdades+de+oportunidade+e+tratamento+relativas+ao+emprego2009-11-15+02%3A22%3A47Carlos+G%C3%B3es
Categorias
oit
Tags
desenvolvimento, direitos humanos, economia
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Cultivo Agrícola de Narcótivos

Carlos Góes | 14 de novembro de 2009 | 20:41

XXXVII Sessão da Conferência da
Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação

180px-FAO_logo.svg


É um dado preocupante, mas, segundo projeções para o ano 2009, estima-se que quase 1 bilhão de pessoas sofram com a fome. Sendo este um problema recorrente em diversas regiões do mundo e com efeitos que atingem não somente aqueles países onde um grande número de nacionais não conseguem suprir as suas necessidades nutricionais diárias, é compreensível que a questão adote um caráter global e seja abordada não só por políticas nacionais, mas também internacionais, por meio de iniciativas de cooperação entre os países.

fao1Existe uma organização internacional que se preocupa com a quantidade de alimentos produzida, a facilidade com que as pessoas têm acesso a esse alimento, a capacidade de tirar nutrientes dos mesmos e a estabilidade da oferta do sistema alimentar. Referimo-nos à Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, do inglês Food and Agriculture Organization).

A FAO é uma das agências especializadas do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas e destina-se a liderar esforços para o combate à fome, servindo como fórum para que os países discutam políticas e acordos. A organização atende tanto países em desenvolvimento como desenvolvidos e sua função é fornecer informação e ajuda para que aqueles que necessitem possam modernizar e melhorar o setor primário, garantindo as necessidades nutricionais dos indivíduos.

A segurança alimentar é uma preocupação presente na FAO desde a sua criação em 1945. Na SiNUS 2010, o tema a ser tratado não poderia ignorar esta inquietação. Primordialmente, pretende-se abordar a questão do cultivo agrícola de nárcoticos e os riscos que o mesmo representa à segurança alimentar. Segundo estimativas, 3 milhões de pessoas em mais de 10 países estão engajados na produção de narcótico, cobrindo uma área de cerca de um milhão de hectares. Essa verdadeira “indústria” conta com mais de 200 milhões de consumidores espalhados pelo mundo e é responsável por um montante estimado em 500 bilhões de dólares.

fao2As comunidades que cultivam narcóticos freqüentemente encontram-se isoladas do controle estatal e não se vêm contempladas por políticas de desenvolvimento nacional. Essa fragilidade institucional propicia o controle externo por grupos de traficantes ligados a guerrilhas, terrorismo, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. É de interesse de nossos debates, portanto, abordar questões como o cultivo ilegal de narcóticos e sua relação com violência, tráfico, corrupção e desenvolvimento sustentável. Portanto, a questão do cultivo agrícola de narcóticos é crucial no contexto de repensar uma cultura de paz e liberdade, justamente por ter implicações sociais relacionadas à violência e representar barreiras ao desenvolvimento.

O tema a ser discutido é de fundamental importância, uma vez que se percebe o aumento do número de pessoas que são atingidas pela fome e também da quantidade de recursos que é destinada à plantação de narcóticos. Qual o impacto do desvio desses recursos sobre a segurança alimentar? Por que plantar narcóticos e não alimentos? Quais políticas de combate a essa prática podem e devem ser implementadas? Estas são apenas algumas perguntas levantadas pelo problema e que precisam ser debatidas.

Sítios de referência:

  • FAO – Sítio Oficial (em inglês, francês, espanhol, árabe, russo e chinês)
  • FAO Brasil – Sítio Oficial (em português)

Equipe responsável:

  • Srta. Lorena Barros
  • Sr. Pedro Tiê
  • Sr. Thiago Theiss
  • Srta. Paula Coury Andrade
  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
343Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2009/11/14/cultivo-agricola-de-narcotivos/Cultivo+Agr%C3%ADcola+de+Narc%C3%B3tivos2009-11-14+22%3A41%3A00Carlos+G%C3%B3es
Categorias
fao
Tags
desenvolvimento, economia, segurança
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

A internacionalização de empresas advindas de países em desenvolvimento

Carlos Góes | 13 de novembro de 2009 | 23:31

150px-Unido_logo

A Internacionalização de empresas advindas de países em desenvolvimento

A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO, sigla em inglês) foi criada como um órgão autônomo em 1966, passando a ser integrante do sistema da ONU só em 1985. Seu intuito é o de auxiliar os setores industriais de nações em desenvolvimento e de economias em transição a se tornarem competitivos e ambientalmente sustentáveis, com foco na redução da pobreza e na expansão do crescimento econômico nesses países. Tendo isso em mente, o Conselho de Desenvolvimento Industrial da UNIDO debaterá a recente tendência de internacionalização de empresas oriundas de países emergentes, e suas implicações à competitividade, à eficiência e à produção do setor industrial dessas economias.

industria

A internacionalização de empresas denota a inserção de firmas e de suas atividades produtivas no mercado internacional, o que acarreta, do mesmo modo, o aprofundamento das relações econômicas no globo. As empresas são motivadas a se internacionalizar pela ambição em conquistar novos mercados para seus produtos, além de também almejar o acesso a novas tecnologias e a recursos naturais no exterior. Contudo, é inegável que há vários obstáculos para que uma indústria atue no mercado internacional. Dentre eles se destacam a experiência da firma e a estabilidade econômica dos países de onde são nativas. Assim sendo, não é surpresa que empresas de países desenvolvidos tendem a superar esses desafios mais facilmente que as do resto do mundo.

siderurgica

De acordo com um relatório da UNCTAD, os países industrializados são responsáveis por 90% do fluxo de Investimento Externo Direto (isto é, instalação ou compra de instalações industriais em outros países) em todo o mundo, tornando-se assim a principal fonte de tecnologia e capital atualmente. Em contraposição a esse predomínio, muitos estudos afirmam que, nas últimas décadas, o número de transnacionais com sede em países em desenvolvimento vem crescendo. Dados da UNCTAD mostram que em 1990, o estoque de IED de países emergentes no exterior somava 129 bilhões de dólares; já em 2003, esse número aumentou para 859 bilhões. Acredita-se que essa expansão, na maioria dos casos, se deu pelo uso e desenvolvimento de novas tecnologias e de processos inovativos de produção, embora ainda faltem muitos outros fatores peculiares de cada país a serem levados em consideração nessa análise.

acordos

Deste modo, os debates no Conselho de Desenvolvimento Industrial da UNIDO passarão pela definição das causas e dos possíveis benefícios e prejuízos da internacionalização das indústrias de países em desenvolvimento. Do mesmo modo, deliberar-se-á acerca de abordagens eficazes da Organização em parceria com políticas públicas nacionais a fim de prover suporte técnico e financeiro a essas empresas, capacitando-as a ofertarem produtos competitivos, seguros e confiáveis no mercado internacional. Por fim, vale destacar que o principal embasamento para que esse processo possa gerar crescimento econômico depende intensamente de políticas governamentais eficazes, do estímulo à iniciativa privada e das condições econômicas de cada país.

Sítios de referência:

  • UNIDO – Sítio Oficial (em inglês)
  • UNIDO – Competitividade Industrial e Comércio (em inglês)
  • Bureau de Atividades de Empregadores, OIT (em inglês, francês e espanhol)
  • G20 – Sítio Oficial (em inglês)
  • G20 – Sítio Oficial do Itamaraty (em português)

Equipe responsável:

  • Sr. Dimas Fazio
  • Sr. Alexandre Sollaci
  • Srta. Vanessa Andrade
  • Srta. Corina Nassif
  • Send this page to Print Friendly
  • Email this to a friend?
  • Tweet This!
  • Share this on Facebook
  • Share this on del.icio.us
  • Digg this!
  • Post this to MySpace
  • Share this on Technorati
  • Add this to Ning
  • Share this on Reddit
  • Submit this to Twittley
  • Add this to Google Bookmarks
  • Share this on FriendFeed
  • Promote this on Orkut
  • Blog this on Blogger
Comentários
206Sem Comentários »http://www.sinus.org.br/2010/2009/11/13/a-internacionalizacao-de-empresas-advindas-de-paises-em-desenvolvimento/A+internacionaliza%C3%A7%C3%A3o+de+empresas+advindas+de+pa%C3%ADses+em+desenvolvimento2009-11-14+01%3A31%3A55Carlos+G%C3%B3es
Categorias
unido
Tags
desenvolvimento, economia, industrialização
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Prezado visitante

Seja bem vindo ao sítio oficial da SiNUS 2010. Construímos nosso sítio de forma dinâmica, de modo a que você possa interagir o quanto quiser com nossa equipe. Sinta-se em casa: esse sítio é seu!

SiNUS Store

A SiNUS Store está no ar!
Não perca tempo e visite já nossa loja virtual.

Informações importantes

Prazo de entrega dos DPOs
Guias de Estudo no Ar!
Regulamento da
Ação entre Amigos

Dúvidas frequentes

O que são Modelos?
O que é SiNUS?
Como Participar?

Tags e categorias

banco mundial cij direitos humanos economia educacao fmi geórgia istambul religião rússia ac (10)
aiea (9)
cdh (9)
cij (20)
Comissões (1)
csnu-h (8)
ecosoc (7)
entretenimento (3)
eventos (6)
fao (7)
istambul (18)
marketing (6)
oit (20)
oms (11)
preparação (17)
uncc (8)
unesco (16)
unido (7)
unsc-ctc (11)

WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck and Luke Morton requires Flash Player 9 or better.

SiNUS nas mídias sociais




rss Comentários RSS valid xhtml 1.1 design by jide powered by Wordpress get firefox